terça-feira, 29 de março de 2011

Problemas de Visão



Boa noite senhoras e senhoras

Confesso que a minha visão já não é o que era. No entanto, e contrariamente ao que as pessoas dizem, o passar dos anos melhora, e muito, a capacidade visual.

No meu caso, é mesmo miopia. Embora a visão decorrente da idade esteja trinta vezes melhor que no início.
Sinto que cada vez vejo melhor o que está perto mas vou perdendo de vista o que se vai afastando.

As pessoas que estão longe então, vejo mesmo mal. Desfocadas. E eu também não consigo me focar nelas.

Tenho pessoas amigas que vivem longe. E as fotos que me mandam não as consigo ver com nitidez. Elas estão longe e eu vejo mal ao longe. Deve ser disso.

E depois tem aquela coisa do “olho que não vê coração que não sente”. Não concordo nada. Eu vejo mal estas pessoas “longínquas” mas o meu coração é grande o suficiente para as ter lá todas. E gosto muito disso. E delas. Agora, não gosto das pessoas que inventam estas fraseszecas só porque na altura não havia Iris by Zon. Tivessem posto MEO.

Se o país não anda para a frente é falta de visão de quem lidera. Se o clube não tem "Sponsos" é falta do jogador “19+1” chinês que nenhum dirigente visionário vislumbrou. O Figo está mais à frente, há anos que é amigo do Paulo China. E a verdade é que todos os dias chegam charters ao ALLgarve.

As pessoas antigas nunca têm falta de visão. têm falta de "vista". Mas isso não é possível. Todos sabemos que o Windows 7 é melhor.

Tenho um vizinho que se queixa que a visão já não é o que era. Dou-lhe razão. Desde que deram à primeira página os seis pacientes oftalmológicos do Hospital de Santa Maria que "viram" a sua capacidade de admirar o mundo sonegada por médicos incompetentes, deixei de os admirar.

E têm a lata de ter como Slogan: Visão, Tenha Uma.

Mau gosto. É publicidade enganosa. E a ASAE anda cega.

Acho que precisa de Visão.

sexta-feira, 4 de março de 2011

Comunhão de Bens Adquiridos



Ora boa noite, senhoras e senhoras.

Confesso que o tema em epígrafe me deixa um tanto ou quanto confuso. E isto é estranho. Não devia ser assim.

Uma pessoa que outrora viveu um sentimento nobre e arrebatador que rapidamente se transformou numa tarde em Sacavém com o rio Trancão em maré baixa, tem o direito de poder sair do lamaçal sem ter dúvidas.

A lei existe, em teoria é simples... mas complica. Tudo o que se adquire após o casamento é, em partes iguais, dos dois.

Está bem. Então concluo que se alguém por intermédio do companheiro(a) tiver adquirido um par de cornos, então, por inerência, são os dois cornudos. Partilham tudo até ao fim.

E se o homem arranjar outro homem, então a mulher, que automaticamente passa a deter 50% do homem novo, pode tentar juntar as duas “metades” de homem para tentar fazer um em condições?.

E se a mulher arranjar um novo homem, isso dá direito ao marido de puder escolher a metade do novo gajo que quer usar?

E se um dos constituintes do casal tiver um filho com outra pessoa fora do casamento? Metade dessa criança pertence ao “cornudo”? E se ele não quiser? Tem de assumir o peso de metade de uma criança para além do peso do marfim que lhe foi imposto contra a sua vontade?

Mas isto sou só eu a pensar…. Que na prática isto é bem mais simples.

O que não faltam são soluções para dividir o indivisível.