segunda-feira, 31 de janeiro de 2011
A Teoria da Beleza Interior
Boa noite, senhoras e senhoras.
Hoje vou falar daquilo a que muitas pessoas chamam de "beleza interior".
Antes de mais, ninguém me tira da ideia que quem inventou esta "definição" não devia ser bonito.
Quando tento associar uma cara a alguém capaz de inventar este conceito só me lembro da parte de trás de um atrelado de transporte de animais. Quem profere frases marcantes, normalmente, não deve nada à beleza.
As personagens que de forma indelével marcam o que fomos no passado e o que somos hoje em dia têm sempre um ar desmazelado, por vezes até alucinado. Einstein tem aspecto de quem fumava “bombas”, Martin Luther King teve um sonho, com certeza acordado porque me parece que ele não andava a dormir.
No entanto, horrível, alucinado, feio, ou Lyonce Viiktórya, a verdade é que o inventor desta brincadeira, resgatou 90% da População Mundial da depressão.
Ninguém gosta de ser feio. Mesmo aqueles que dizem que não se importam. E este conceito é simplesmente perfeito, dá-nos esperança.
Olhamos para alguém sem os dentes da frente e pensamos, “Ok…., vamos lá ver se demonstra alguma beleza interior…” Quem pensa que isto é possível, está enganado. Sem os dentes da frente não precisamos que a pessoa demonstre a sua beleza interior porque nós próprios temos maneira de o ver sem pedir autorização. Literalmente…!
Qualquer das formas, uma pessoa com os valores basilares certinhos na mioleira, transmite-nos mais confiança. E a beleza exterior é a primeira a ir embora.
Podemos dar uma demão ou outra nas rachas da parede. Mas a tinta não é Barbot e vão sempre aparecendo. E mais fundas.
A beleza interior não precisa de cuidados. Ela simplesmente está lá.
E então em que ficamos? Ser bonito e ter beleza interior! É o que eu e os meus 3984798354798759847598 amigos partilhamos….
A vida não é justa... e eu escolhi para mim só ter amigos bonitos.
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Obrigada por me teres chamado bonita! :P
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